Dia 8: Despertar em Sta Cruz, pequeno-almoço de bagles e café, e zarpar do ponto mais a Norte da nossa road-trip. Seria então o ponto de inflexão de 180º para rumarmos a Sul. Antes de isso ainda tivemos bastante tempo para checkar a megastore da O’neill, a mítica marca de surf que nasceu nesta localidade na década de 70, visto que alguém (Mike) resolveu estacionar “à patrão” (sem pagar parquímetro), sendo presenteado posteriormente com uma multinha, e que levou bastante tempo para se encontrar o local de cobrança da respectiva coima.
Alinhados com a estrada que nos faria conduzir agora às zonas mais “suleanas” da Califórnia, paramos em Morro Bay, por motivos de força maior – esqueci-me dos óculos no Motel, e aproveitamos para revisitar aquele lugar que ficou registado no nosso top+! Aproveita-se para dar uma entrada para surf, já que o mar está em razoáveis condições para a prática. A única falha é mesmo o tempo que continua feio… Suspeitamos mesmo que aqui haja um microclima, já que à medida que nos afastávamos dali a neblina desaparecia.
Continuar a galgar asfalto, mais umas horitas de van, em que cada um, dentro das limitadas opções, faz aquilo que lhe apetece (à excepção do condutor): desde dj-ipod-set, a dormir, tirar fotos parvas, entrar em demência momentânea, palhaçadas, dvds de surf no dvd portátil do Filipe… tudo serve para passar o tempo.
A noite aproxima-se e ao mesmo tempo vamo-nos aproximando de Los Angeles também, o que é sinónimo de aumento gradual da dimensão da envolvente, das estradas e como é óbvio do trânsito dos milhões que cá vivem. Já entre LA e a vizinha Long Beach, temos o nosso primeiro contacto com a LAPD, que sem ninguém prever interrompe a marcha normal da auto-estrada com “zig-zags” de modo a que toda a gente abrande os veículos. Claro que, estando nós na Califórnia, a abordagem é tipicamente “holliwoodesca” com bastante aparato à mistura. Ficamos meio apreensivos, paramos como todos os automobilistas, e continuamos sem perceber o que sepassa. Entretanto surge um corajoso que ignora a situação e é logo “barrado” pelos agentes, que nem sequer o deixam sair do carro! Lindo, mesmo à filme! E pronto, passados uns minutos “no pasa nada” e seguimos. Pois é, nesta terra há coisas difíceis de explicar…
Poucas milhas mais à frente estamos em Sunset Beach (não a do Hawaii), já muito próximos de Huntington Beach (HB), e como a primeira não é tão pop, os preços são bastante mais atractivos, no que toca a alojamento. Escolhemos então o motel, mas atenção: não é um motel qualquer. Este tem bem visível à entrada, “Room Spa”! Até acabamos por ficar com um desses e tudo! Mas afinal o “Room Spa” não passava da banheira da casa-de-banho que tinha jacuzzi… Mas o mais importante é que os quartos eram bastante acolhedores e confortáveis e com um preço simpático, já que o dono, um emigrante indiano, gostou destes seis “portugas” graciosos (modéstia à parte) que logo se puseram à conversa, sobre Portugal, Califórnia, vidas, Goa, Bombaim, Vasco da Gama… Deixar as malas e vamos lá ver esse movimento nocturno de HB. Já não se passa grande coisa, pois estamos numa 4ª feira e já são 1 da manhã, logo são poucos osresistentes, que se vão aguentando com a ajuda de cervejas e outras… Não obstante a ausência de animação, chama-nos a atenção o surf que se “respira” aqui na “Surf City”. Desde Surf-Walk-of-Fame, pegadas, mãos e autógrafos das maiores lendas de surf mundial, gravadas no chão da entrada da maior loja de surf – HSS. O dia não acabava antes de mais uma peripécia com a polícia californiana… Ao sairmos de HB, para voltar aos nossos aposentos, eis que somos abordados por um carro de patrulha que liga de imediato a sirene para nos parar, se bem que íamos a cerca de 20km/h… Lá encostámos e sem saber bem o que se estava a passar o sr. policia lá começou o interrogatório: de onde vínhamos, de quem era a carrinha, documentos (que não trazíamos…), e mais um sem número de questões, entre as quais, já quase no final, se sabíamos falar inglês (!!!), depois de quase cinco minutos de perguntas e respostas. Lá prosseguimos, sem irmos parar aos calabouços, pois o polícia até acabou por ser porreiro, pois tínhamos passado por um stop, sem parar, mesmo que a 20km/h… Uff…


Continuar a galgar asfalto, mais umas horitas de van, em que cada um, dentro das limitadas opções, faz aquilo que lhe apetece (à excepção do condutor): desde dj-ipod-set, a dormir, tirar fotos parvas, entrar em demência momentânea, palhaçadas, dvds de surf no dvd portátil do Filipe… tudo serve para passar o tempo.
A noite aproxima-se e ao mesmo tempo vamo-nos aproximando de Los Angeles também, o que é sinónimo de aumento gradual da dimensão da envolvente, das estradas e como é óbvio do trânsito dos milhões que cá vivem. Já entre LA e a vizinha Long Beach, temos o nosso primeiro contacto com a LAPD, que sem ninguém prever interrompe a marcha normal da auto-estrada com “zig-zags” de modo a que toda a gente abrande os veículos. Claro que, estando nós na Califórnia, a abordagem é tipicamente “holliwoodesca” com bastante aparato à mistura. Ficamos meio apreensivos, paramos como todos os automobilistas, e continuamos sem perceber o que sepassa. Entretanto surge um corajoso que ignora a situação e é logo “barrado” pelos agentes, que nem sequer o deixam sair do carro! Lindo, mesmo à filme! E pronto, passados uns minutos “no pasa nada” e seguimos. Pois é, nesta terra há coisas difíceis de explicar…
Poucas milhas mais à frente estamos em Sunset Beach (não a do Hawaii), já muito próximos de Huntington Beach (HB), e como a primeira não é tão pop, os preços são bastante mais atractivos, no que toca a alojamento. Escolhemos então o motel, mas atenção: não é um motel qualquer. Este tem bem visível à entrada, “Room Spa”! Até acabamos por ficar com um desses e tudo! Mas afinal o “Room Spa” não passava da banheira da casa-de-banho que tinha jacuzzi… Mas o mais importante é que os quartos eram bastante acolhedores e confortáveis e com um preço simpático, já que o dono, um emigrante indiano, gostou destes seis “portugas” graciosos (modéstia à parte) que logo se puseram à conversa, sobre Portugal, Califórnia, vidas, Goa, Bombaim, Vasco da Gama… Deixar as malas e vamos lá ver esse movimento nocturno de HB. Já não se passa grande coisa, pois estamos numa 4ª feira e já são 1 da manhã, logo são poucos osresistentes, que se vão aguentando com a ajuda de cervejas e outras… Não obstante a ausência de animação, chama-nos a atenção o surf que se “respira” aqui na “Surf City”. Desde Surf-Walk-of-Fame, pegadas, mãos e autógrafos das maiores lendas de surf mundial, gravadas no chão da entrada da maior loja de surf – HSS. O dia não acabava antes de mais uma peripécia com a polícia californiana… Ao sairmos de HB, para voltar aos nossos aposentos, eis que somos abordados por um carro de patrulha que liga de imediato a sirene para nos parar, se bem que íamos a cerca de 20km/h… Lá encostámos e sem saber bem o que se estava a passar o sr. policia lá começou o interrogatório: de onde vínhamos, de quem era a carrinha, documentos (que não trazíamos…), e mais um sem número de questões, entre as quais, já quase no final, se sabíamos falar inglês (!!!), depois de quase cinco minutos de perguntas e respostas. Lá prosseguimos, sem irmos parar aos calabouços, pois o polícia até acabou por ser porreiro, pois tínhamos passado por um stop, sem parar, mesmo que a 20km/h… Uff…







2 comentários:
É só para ver se já sei enviar comentários
Até que enfim. Então agora vai o comentário:
Gostei do pouco que li. Como já te disse, tenho dificuldade em ler letra branca sobre fundo escuro.
Acho que está interessante e teve uma coisa boa para mim: fez-me entrar no mundo dos blogues. Embora não vá ficar por lá muito tempo seguido, já é mais um domínio. Um abração
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