Altas escarpas plantam-se entre vegetação e oceano, fazendo recordar as mais belas paisagens madeirenses ou da Serra da Arrábida. É chamado o Big Sur. Nunca chegamos a perceber a razão deste baptismo, mas também não importa muito pois a paisagem mantém-se fantástica e a costa sempre recortada, havendo mesmos pontos que só são ligados por enormes viadutos, fundeados no oceano. Mais umas milhas de estrada e estamos em Sta Cruz.
Esta foi uma das paragens que tínhamos definido previamente como obrigatória. E assim foi. No entanto, foi também um ponto de desilusão que guardámos, logo na primeira impressão... Sem ondas, sem grande movimento junto às praias urbanas, um pouco démodé da onda californiana... O alojamento também ajudou à "festa", definitivamente não foi uma boa escolha: motel típico, em forma de U, onde o átrio serve de parque de estacionamento. Os quartos estão distribuídos por R/C e 1º andar, até aqui tudo bem. Os "problemas" começam na recepção com um cheiro intenso a caril - a dona era uma sra. idosa de origem indiana, que falava um inglês bastante peculiar. Visita eliminatória típica aos quartos, e outra vez o cheiro... Desta vez não era a caril, mas sim a mofo. Mas não um mofo qualquer, bastante requintado, daqueles de reserva... Obviamente que não passou na nossa inspecção, mas a sra. - bastante dinâmica para a idade que aparentava, diga-se, deu-nos prontamente uma alternativa: uns "brand new bedrooms", que é como quem diz, com uma "remodelaçãozeca"... Mas pronto, como tinham um melhor aspecto, o cheiro não era intenso, como já estávamos exaustos e o preço até era convidativo, ficámos. O Mike não ficou muito convencido, mas ainda deu pra nos rirmos bastante, quanto mais não fosse com a família obesa e numerosa afro-americana que era a nossa pitoresca vizinhança!
Apesar da desilusão inicial, a noite rendeu bastante: grande repasto no peer de Sta Cruz, com as iguarias mais proximas das nossas, em toda a viagem e houve até quem comece algo de inovador: bife de tubarão à texana (mas há tubarões no Texas?! ainda hoje nos questionamos...). Seguimos para a downtown, com o isco de uma festa reggae, mas que à chegada optámos pela brewery de Sta Cruz, onde o movimento topava-se à distância! Jolas para cá, vodkas para lá, muitas babes loiras e dementes à mistura, que inclusivamente davam asas às suas veias lésbicas... É mesmo real, vimos 3 doidas num descambanço completo em pleno bar! Lindo! Até que por volta da meia-noite o estabelecimento encerrou... sim estamos nos States e os horários são atípicos para a nossa realidade. O que valeu foi que a "população" do bar migrou em peso para a tal festa reggae, do bar ao lado, mas onde apenas passou hiphop (o reggae era apenas marketing). A pista de dança era bastante escura e lá no meio valia quase tudo (!!!), por isso podem imaginar a demência que ia naquele bar...
Esta foi uma das paragens que tínhamos definido previamente como obrigatória. E assim foi. No entanto, foi também um ponto de desilusão que guardámos, logo na primeira impressão... Sem ondas, sem grande movimento junto às praias urbanas, um pouco démodé da onda californiana... O alojamento também ajudou à "festa", definitivamente não foi uma boa escolha: motel típico, em forma de U, onde o átrio serve de parque de estacionamento. Os quartos estão distribuídos por R/C e 1º andar, até aqui tudo bem. Os "problemas" começam na recepção com um cheiro intenso a caril - a dona era uma sra. idosa de origem indiana, que falava um inglês bastante peculiar. Visita eliminatória típica aos quartos, e outra vez o cheiro... Desta vez não era a caril, mas sim a mofo. Mas não um mofo qualquer, bastante requintado, daqueles de reserva... Obviamente que não passou na nossa inspecção, mas a sra. - bastante dinâmica para a idade que aparentava, diga-se, deu-nos prontamente uma alternativa: uns "brand new bedrooms", que é como quem diz, com uma "remodelaçãozeca"... Mas pronto, como tinham um melhor aspecto, o cheiro não era intenso, como já estávamos exaustos e o preço até era convidativo, ficámos. O Mike não ficou muito convencido, mas ainda deu pra nos rirmos bastante, quanto mais não fosse com a família obesa e numerosa afro-americana que era a nossa pitoresca vizinhança!
Apesar da desilusão inicial, a noite rendeu bastante: grande repasto no peer de Sta Cruz, com as iguarias mais proximas das nossas, em toda a viagem e houve até quem comece algo de inovador: bife de tubarão à texana (mas há tubarões no Texas?! ainda hoje nos questionamos...). Seguimos para a downtown, com o isco de uma festa reggae, mas que à chegada optámos pela brewery de Sta Cruz, onde o movimento topava-se à distância! Jolas para cá, vodkas para lá, muitas babes loiras e dementes à mistura, que inclusivamente davam asas às suas veias lésbicas... É mesmo real, vimos 3 doidas num descambanço completo em pleno bar! Lindo! Até que por volta da meia-noite o estabelecimento encerrou... sim estamos nos States e os horários são atípicos para a nossa realidade. O que valeu foi que a "população" do bar migrou em peso para a tal festa reggae, do bar ao lado, mas onde apenas passou hiphop (o reggae era apenas marketing). A pista de dança era bastante escura e lá no meio valia quase tudo (!!!), por isso podem imaginar a demência que ia naquele bar...





























Um modesto complexo hoteleiro...







