quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Em homenagem a Miguel Figueiredo
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
The OC - parte I
Bom, comidas à parte lá seguimos mais par a Sul, em Orange County. Este é sem dúvida uma dos "distritos" da Califórnia onde se vive melhor. A qualidade de vida aqui é ridiculamente soberba. Casas, urbanismo, paisagens, carros e as babes, especialmente elas, fantásticas! Como diria um "zuca" empregado de uma Breakfast Shop, que conhecemos: «Cára, cê fica ligado na rua e vê às gatas passando! É como filme!» E é que é mesmo assim... Top of the top!
Uma sã rotina I...Uma sã rotina II...
Que bela casinha!
sábado, 17 de novembro de 2007
Baywatch lifeguards
Praia! Apesar de outros preferirem a alternativa lojas. Começava aqui a demência completa em relação ao consumo - é deprimente, eu sei, mas houve quem tivesse anos sem comprar roupa à espera desta viagem para reciclar o seu guarda-roupa! Voltando à praia: estão umas ondas e eu e o Filipe damos uma entrada, que para mim seria fatídica… Meia-hora bastou para que uma quilha assassina me rasgasse o peito do pé… Caldo entornado! Um lenho engraçado no pé, que não vai lá sem 1ºs socorros e com pontos… Então primeiro um tratamento SOS, na casinha Baywatch, mais próxima (pena ser um “Mitch” e não uma Pamela…). Próxima etapa HOAG Hospital para ser suturado: triagem, inquéritos e finalmente a “acção”… Sai-nos “na rifa” uma enfermeira maluca, que se derrete completamente com o Gonçalo, soltando inclusivamente um «You made my day», no final, o que me valeu uns medicamentos e pensos à pala… Boa Gonzo, continua a espalhar magia! A médica que me atende é também bastante simpática que se põe à conversa connosco sobre praia, férias, Califórnia, Portugal, enquanto Mike vai gozando o cenário: fotos, filmagens, piadas, tudo vale para me distrair… Obrigado Mike! E pronto lá se passou uma tarde diferente, com uma experiência nova num hospital da Califórnia, o pior mesmo foi quando a conta chegou a minha casa…
Fechamos a noite no bar Hurricans, onde entre pista de dança e terraço repartimos a nossa diversão, apesar do ambiente ser um bocado trintão – ahh, desculpa lá Mike, tu no fundo és um dos nossos! O Dj de serviço lá incendeia a pista com o típico hiphop, e é a loucura das californianas… Como nota-rodapé deste bar, acrescento só que a noite era de “bar aberto” mas de hotdogs… (Não preciso dizer mais nada sobre esta brutalidade americana).
o estrago...
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Parte II - California Sul
Continuar a galgar asfalto, mais umas horitas de van, em que cada um, dentro das limitadas opções, faz aquilo que lhe apetece (à excepção do condutor): desde dj-ipod-set, a dormir, tirar fotos parvas, entrar em demência momentânea, palhaçadas, dvds de surf no dvd portátil do Filipe… tudo serve para passar o tempo.
A noite aproxima-se e ao mesmo tempo vamo-nos aproximando de Los Angeles também, o que é sinónimo de aumento gradual da dimensão da envolvente, das estradas e como é óbvio do trânsito dos milhões que cá vivem. Já entre LA e a vizinha Long Beach, temos o nosso primeiro contacto com a LAPD, que sem ninguém prever interrompe a marcha normal da auto-estrada com “zig-zags” de modo a que toda a gente abrande os veículos. Claro que, estando nós na Califórnia, a abordagem é tipicamente “holliwoodesca” com bastante aparato à mistura. Ficamos meio apreensivos, paramos como todos os automobilistas, e continuamos sem perceber o que sepassa. Entretanto surge um corajoso que ignora a situação e é logo “barrado” pelos agentes, que nem sequer o deixam sair do carro! Lindo, mesmo à filme! E pronto, passados uns minutos “no pasa nada” e seguimos. Pois é, nesta terra há coisas difíceis de explicar…
Poucas milhas mais à frente estamos em Sunset Beach (não a do Hawaii), já muito próximos de Huntington Beach (HB), e como a primeira não é tão pop, os preços são bastante mais atractivos, no que toca a alojamento. Escolhemos então o motel, mas atenção: não é um motel qualquer. Este tem bem visível à entrada, “Room Spa”! Até acabamos por ficar com um desses e tudo! Mas afinal o “Room Spa” não passava da banheira da casa-de-banho que tinha jacuzzi… Mas o mais importante é que os quartos eram bastante acolhedores e confortáveis e com um preço simpático, já que o dono, um emigrante indiano, gostou destes seis “portugas” graciosos (modéstia à parte) que logo se puseram à conversa, sobre Portugal, Califórnia, vidas, Goa, Bombaim, Vasco da Gama… Deixar as malas e vamos lá ver esse movimento nocturno de HB. Já não se passa grande coisa, pois estamos numa 4ª feira e já são 1 da manhã, logo são poucos osresistentes, que se vão aguentando com a ajuda de cervejas e outras… Não obstante a ausência de animação, chama-nos a atenção o surf que se “respira” aqui na “Surf City”. Desde Surf-Walk-of-Fame, pegadas, mãos e autógrafos das maiores lendas de surf mundial, gravadas no chão da entrada da maior loja de surf – HSS. O dia não acabava antes de mais uma peripécia com a polícia californiana… Ao sairmos de HB, para voltar aos nossos aposentos, eis que somos abordados por um carro de patrulha que liga de imediato a sirene para nos parar, se bem que íamos a cerca de 20km/h… Lá encostámos e sem saber bem o que se estava a passar o sr. policia lá começou o interrogatório: de onde vínhamos, de quem era a carrinha, documentos (que não trazíamos…), e mais um sem número de questões, entre as quais, já quase no final, se sabíamos falar inglês (!!!), depois de quase cinco minutos de perguntas e respostas. Lá prosseguimos, sem irmos parar aos calabouços, pois o polícia até acabou por ser porreiro, pois tínhamos passado por um stop, sem parar, mesmo que a 20km/h… Uff…


sábado, 27 de outubro de 2007
Demências@SantaCruz.com
Esta foi uma das paragens que tínhamos definido previamente como obrigatória. E assim foi. No entanto, foi também um ponto de desilusão que guardámos, logo na primeira impressão... Sem ondas, sem grande movimento junto às praias urbanas, um pouco démodé da onda californiana... O alojamento também ajudou à "festa", definitivamente não foi uma boa escolha: motel típico, em forma de U, onde o átrio serve de parque de estacionamento. Os quartos estão distribuídos por R/C e 1º andar, até aqui tudo bem. Os "problemas" começam na recepção com um cheiro intenso a caril - a dona era uma sra. idosa de origem indiana, que falava um inglês bastante peculiar. Visita eliminatória típica aos quartos, e outra vez o cheiro... Desta vez não era a caril, mas sim a mofo. Mas não um mofo qualquer, bastante requintado, daqueles de reserva... Obviamente que não passou na nossa inspecção, mas a sra. - bastante dinâmica para a idade que aparentava, diga-se, deu-nos prontamente uma alternativa: uns "brand new bedrooms", que é como quem diz, com uma "remodelaçãozeca"... Mas pronto, como tinham um melhor aspecto, o cheiro não era intenso, como já estávamos exaustos e o preço até era convidativo, ficámos. O Mike não ficou muito convencido, mas ainda deu pra nos rirmos bastante, quanto mais não fosse com a família obesa e numerosa afro-americana que era a nossa pitoresca vizinhança!
Apesar da desilusão inicial, a noite rendeu bastante: grande repasto no peer de Sta Cruz, com as iguarias mais proximas das nossas, em toda a viagem e houve até quem comece algo de inovador: bife de tubarão à texana (mas há tubarões no Texas?! ainda hoje nos questionamos...). Seguimos para a downtown, com o isco de uma festa reggae, mas que à chegada optámos pela brewery de Sta Cruz, onde o movimento topava-se à distância! Jolas para cá, vodkas para lá, muitas babes loiras e dementes à mistura, que inclusivamente davam asas às suas veias lésbicas... É mesmo real, vimos 3 doidas num descambanço completo em pleno bar! Lindo! Até que por volta da meia-noite o estabelecimento encerrou... sim estamos nos States e os horários são atípicos para a nossa realidade. O que valeu foi que a "população" do bar migrou em peso para a tal festa reggae, do bar ao lado, mas onde apenas passou hiphop (o reggae era apenas marketing). A pista de dança era bastante escura e lá no meio valia quase tudo (!!!), por isso podem imaginar a demência que ia naquele bar...
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
De luto...
Por tudo o que vivemos lá, pelo que esta viagem nos marcou e provavelmente por termos estado ou visto locais que hoje estão reduzidos a cinzas - tal como quem visitou NY antes do 11 de Setembro ou a Indonésia antes do Tsunami, aqui fica, em nome dos 6, o nosso tributo àquelas longuínquas e formidáveis terras...
Como na canção dos Red Hot, dizemos... "California rest in peace(...)".




terça-feira, 23 de outubro de 2007
De JohnBoy's a Morro Bay...
Paragem obrigatória num outlet da zona e segue-se para cima, destino: Morro Bay - um dos locais que iria ficar registado no nosso top+. Tal como o nome indica, Morro Bay é uma baía que se estende com um morro gigantesco, de origem vulcânica, à sua frente. À chegada o tempo está bastante "manhoso", nevoeiro, alguma chuva, o que torna a noite meio desagradável, mas que fica recomposta com umas óptimas comidas italianas de uma simpática pizzaria, que pelo facto de termos conseguido que nos servissem, aos seis, às 9pm, foi um jantar com um sabor bem especial, diria mesmo com sabor a vitória!
Dia 7: Acordamos com as condições metereológicas bem mais favoráveis, o que nos permitiu desfrutar melhor da vila. Morro Bay é mesmo simpática, acolhedora com particular destaque para o seu porto pitoresco, com bares de madeira antigos, mas restaurados. Uma espécie de lagoa desenha-se então no limite do porto até ao dito morro, onde depois se inicia o oceano. Lojas de surf, que fazem as delícias de todos, misturam-se com restaurantes de especialidades relacionadas com o mar.
Após um belo pequeno-almoço de panquecas, bagles e café, continuamos a rumar a Norte, onde percorremos uma das mais singelas e fantásticas estradas junto do Pacífico...
































